sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Nosso Canil na Mídia de Brasília


Trecho da Matéria para o Correio Brasiliense


"A estudante de arquitetura Daniela Saad, 27, levou a cama e os brinquedos usados pela cadela Darah, 2 anos, da raça shitzu, para a hospedaria. Enquanto a estudante passou o Natal e o ano-novo em Uberaba (MG), Darah ficou em Brasília sob cuidados especiais. “Também deixei uma peça de roupa minha para ela sentir o cheiro e se acalmar. Ela estranha muito quando muda de rotina”, afirmou Daniela. A cadela não quis comer no primeiro dia, mas logo se acostumou ao novo ambiente e recuperou o apetite."
 
 
Matería para a Revista do Correio Brasiliense
 
 



Reportagem para o Jornal de Brasília


 






Reportagem ao Jornal da Comunidade

Por Thiago Lucas

Foto: Dinah Feitoza

Comunidade VIP Edição 958 - 06/04 a 09/04 de 2007


Passeio bom pra cachorro

Mais do que dar atenção ao cão é necessário que ele saia de casa regularmente para evitar o estresse. Quem não tem tempo de levar os pets para um bom passeio pode contar com serviços especializados disponíveis na cidade Thiago

Lucastlucas@jornalcoletivo.com.br

Quem pensa que somente pessoas sofrem de estresse, está enganado. Muitos de nossos companheiros de quatro patas vivem à beira de um ataque de nervos, e os sintomas nem sempre são percebidos pelos donos. São várias as causas do estresse, mas o sedentarismo é um dos principais responsáveis pelas mudanças comportamentais em animais de estimação.O animal que fica preso a maior parte do tempo, começa a ter atitudes anormais como lamber as patas até feri-las, roer as coisas, cavar buracos, destruir plantas e pertences dos donos, urinar e defecar em locais impróprios. Além disso, o sedentarismo ocasiona a obesidade, diabetes, e acúmulo de gordura visceral, que pode resultar em ataques cardíacos e problemas renais. Cães e gatos que vivem em apartamentos têm agravadas as chances de se estressar, devido ao espaço muito limitado. Por natureza, o cão é um animal andarilho, que gosta de percorrer vários territórios, demarcando os locais por onde passa. Daí a necessidade de passar por novos lugares e mudar de ambiente. Um bom passeio fora de casa pode ser o primeiro passo para tornar a vida do animal mais saudável e prazerosa. Há donos que utilizam a velha desculpa de que não saem para passear porque o cão pode pegar pulgas e carrapatos, o que é um equívoco. Até porque, hoje em dia o mercado pet oferece uma grande quantidade de produtos para combater e prevenir esses parasitas.Socialização necessáriaAo sair de casa, o cão começa a farejar uma infinidade de odores e aromas do meio externo, aprende a conviver com outros animais e pessoas, melhorando assim sua socialização. Convivendo em sociedade, ele perde o medo do que está ao redor, e fica mais confiante e controlado diante de situações inesperadas. Para colaborar com a socialização do cão existem profissionais conhecidos por dog walkers, que realizam o passeio no lugar dos donos, que não têm tempo ou não gostam de sair com o peludo.

Williane Pessoa é formada em turismo, mas a paixão por cães fez com que se inscrevesse no curso de passeadores oferecido pela Dog Walker, empresa experiente no setor, sediada em São Paulo. Desde então, há um ano ela trabalha como dog walker e está encantada com a nova atividade. Para ela, é fundamental o cuidado e responsabilidade com os animais. Durante uma hora as “ferinhas” fazem exercícios, participam de brincadeiras, ganham petiscos e noções básicas de adestramento. “Com o passeio, os cães ficam menos carentes e agitados. Além disso, tornam-se mais carinhosos, sociáveis e saudáveis”, afirma Williane. Ela diz que a rottweiller Dandara passou a perder peso com as caminhadas, e o cocker Tomy, está muito mais calmo. “Eles ainda voltam para casa limpos e escovados após as saídas”, complementa.

•“Existem bons profissionais na cidade”, diz o veterinário Rodrigo Ribeiro. Ele acha imprescindível a pesquisa para encontrar o dog walker adequado e a participação constante do dono na vida do animal. “É importante a procura apurada pelo bom profissional. Ele preferencialmente deve ser conhecido no mercado e ter boas referências. Além de uma boa conversa antes da contratação e o acompanhamento durante as primeiras saídas do animal”, completa Ribeiro. O veterinário ainda acrescenta que quanto antes o dono começar os passeios, melhor será o trabalho posterior do passeador. •Em Brasília, o mercado está se formando. Algumas clínicas veterinárias já oferecem o serviço junto ao adestramento, mas a predominância é de walkers autônomos. Os preços variam de acordo com critérios como porte, idade, em grupo ou individual, e a fidelização na qual se programa uma quantidade específica de passeios e meses. Para um cão de porte grande, por exemplo, são cobrados 160 reais ao mês, com dois passeios de 60 minutos por semana, mas a maior parte dos valores podem ser negociados com os profissionais.




1 comentários:

Eliana Pessoa disse...

MUITO BEM AGORA SIM VAI BOMBAR!